17 de out. de 2013
15 de out. de 2013
Campanha de combate a agressão a mulher - CEVACI
Campanha de combate
a agressão a mulher deveria ter nas escolas e demais locais que
tenham um grande numero de pessoas. Esta e outras palestras como de combate a
homofobia, racismo por cor, raça, religião, etç. Foto de Carlinhos fotografo no dia 15 de outubro .
13 de out. de 2013
INAUGURADA A ACADEMIA ( MB Fitness Academia) em Ibiapina
O ato de inauguração aconteceu na manhã
de domingo,13 de outubro ,e contou com a presença de dezenas de convidados,
atletas da academia da cidade de Ibiapina e vizinhança.
De acordo com Makel Queiroz, proprietário da academia, foi mais
um grande investimento concretizado e confia em bom retorno, pois, Ibiapina é
uma cidade próspera, desenvolvida e por isso estou investindo em uma academia
com o que ha de mais atualizado no mercado em aparelhos para ginástica e musculação.
Temos “um excelente espaço climatizado com professores capacitados e
nutricionista, além de estacionamento privativo. Foto
de Carlinhos fotografo no dia 13 de outubro ás 10:20 hs.
Dia da Criança - Sesc Ler
12 de out. de 2013
10 de out. de 2013
Biblioteca Publica de Ibiapina não tem energia ligada e 10 meses de administração já se passaram
Biblioteca Publica de Ibiapina não tem energia ligada e os frequentadores aproveitam a luz natural e nos dias nublado não leêm nada. Não funciona a noite e se depender desta administração não vai funcionar a noite é nunca pois não se tem interesse.
O Brasil precisa construir 130 mil bibliotecas até 2020
para cumprir a Lei 12.244, que estabelece a existência de um acervo de pelo
menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do País, tanto de redes
públicas como privadas. Hoje, na rede pública, apenas 27,5% das escolas têm biblioteca.
Para equipar todas as 113.269 escolas
públicas sem biblioteca seria necessária a construção de 34 unidades por dia,
segundo um levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação com base
no Censo Escolar 2011. O estudo também faz uma comparação com números do Censo
2008 e mostra que, mesmo as escolas construídas nos três anos seguintes (foram
7.284 novas unidades) não contemplam o espaço: apenas 19,4% dessas novas
instituições têm biblioteca.
Os Estados mais carentes são os das Regiões Norte e Nordeste,
que tradicionalmente têm infraestrutura escolar precária, com escolas que
chegam a funcionar em construções sem energia elétrica e saneamento básico. Na
rede municipal do Maranhão, por exemplo, só 6% das escolas têm biblioteca.
O que destoa da lista, no entanto, é o aparecimento do Estado de São
Paulo com um dos piores resultados do ranking, com 85% das unidades de sua rede
pública (escolas estaduais e municipais) sem biblioteca. São 15.084 unidades
sem o equipamento. Um enorme prejuízo, se considerado os resultados da edição
2012 da pesquisa Retratos do Brasil, que mostrou que, entre os 5 e 17 anos, as
bibliotecas escolares estão à frente de qualquer outra forma de acesso ao livro
(64%). "Isso mostra que só a legislação não é suficiente, porque tem lei
que realmente não pega", afirma Priscila Cruz, diretora do Todos pela
Educação.
Quando se analisa o déficit por nível de ensino, vê-se, ainda, que as
instituições de ensino infantil são as mais prejudicadas: enquanto 82% das
escolas de ensino profissional e 52% das de ensino médio construído após 2008
possuem biblioteca, apenas 10% das de ensino infantil têm o espaço.
Uma opção que é um contrassenso argumentam os educadores, já que é na
faixa etária dos 5 anos que a criança está descobrindo a língua escrita e tem
de ser estimulada à descoberta e ao gosto pela leitura. No ensino médio, o
estudante já teria acesso a outros ambientes de leitura.
Jornal O Estado de S.Paulo. Foto
de Carlinhos fotografo no dia 10-10-13 ás 10:16 hs.
5 de out. de 2013
Passeata da IAM ( Infância e Adolescência Missionária )
A Educação Cristã vivenciada nas
escolas, tem como objetivo atingir a pessoa humana na sua totalidade. Portanto,
faz-se necessário uma formação integral, humana e cristã dos educadores para
que evitem a dicotomia entre o SER e FAZER educação, acreditando no
protagonismo do educado.
A Infância e Adolescência Missionária (IAM) na escola vem revelando uma nova forma de Evangelizar. A criança que atua de forma dinâmica e se insere nas atividades culturais, sociais, cívicas, recreativas e religiosas, não apenas como espectadores, mas como, construtores da história e de um novo jeito de Ser na Igreja, na escola e no mundo.
A Educação Cristã na escola envolve as famílias, cria associações próprias e desenvolve atividades de cunho social, cívico, cultural e religioso. São momentos fortes em que a criança e adolescentes revelam todo o seu protagonismo. E aí, as participação da família não pode faltar. Os pais sentem-se envolvidos e vibram por fazer acontecer a Obra Missionária. Há casos em que através desses eventos, levados pelo testemunho dos filhos, os pais são sensibilizados a uma vivência cristã autêntica, ajudando também o ingresso de outras crianças, da família na IAM.
Como se dá o desenvolvimento dessa Ação Missionária Missão na Escola? Quais as suas vantagens e desvantagens?
A Infância e Adolescência Missionária (IAM) na escola vem revelando uma nova forma de Evangelizar. A criança que atua de forma dinâmica e se insere nas atividades culturais, sociais, cívicas, recreativas e religiosas, não apenas como espectadores, mas como, construtores da história e de um novo jeito de Ser na Igreja, na escola e no mundo.
A Educação Cristã na escola envolve as famílias, cria associações próprias e desenvolve atividades de cunho social, cívico, cultural e religioso. São momentos fortes em que a criança e adolescentes revelam todo o seu protagonismo. E aí, as participação da família não pode faltar. Os pais sentem-se envolvidos e vibram por fazer acontecer a Obra Missionária. Há casos em que através desses eventos, levados pelo testemunho dos filhos, os pais são sensibilizados a uma vivência cristã autêntica, ajudando também o ingresso de outras crianças, da família na IAM.
Como se dá o desenvolvimento dessa Ação Missionária Missão na Escola? Quais as suas vantagens e desvantagens?
Primeiro: O contato permanente e direto com as crianças, facilita a formação de grupos de Infância Missionária, não a isola de seu ambiente e favorece a dinamicidade através das atividades a ela vinculada. Várias são as experiências neste sentido.
Gincanas, maratonas, visitas aos azilos e famílias carentes, Celebração do Rosário e Via-Sacra, Evangelização nas ruas, Palestras nas escolas públicas e nos movimentos Paroquiais.
O dia-a-dia da IAM e sua atuação
na escola, tem ajudado aos pais e educadores a criar consciência Missionária;
cooperar materialmente e abrir espaços á solidariedade.
Segundo: Diríamos porém que não é tão fácil trabalhar com a IAM na escola. O fundamental o apoio e o envolvimento da Direção da Escola, que ajuda a criar espaços de testemunho e apoio evangélico que perpassa através das atividades e compromisso dos Educadores(as) e de todos os segmentos da escola.
Como iniciar a IAM nas escolas?
Segundo: Diríamos porém que não é tão fácil trabalhar com a IAM na escola. O fundamental o apoio e o envolvimento da Direção da Escola, que ajuda a criar espaços de testemunho e apoio evangélico que perpassa através das atividades e compromisso dos Educadores(as) e de todos os segmentos da escola.
Como iniciar a IAM nas escolas?
Não existe uma foram única. De
acordo com a realidade, verificar as reais possibilidades. O importante é dar
espaço á criatividade e se deixar guiar pelo Espírito Santo que suscita e
mantém nosso ardor missionário.
Precisamos estar atentos para que a IAM não se feche ou se limite apenas a realizar tarefas, desligados da vida da comunidade paroquial.
Os encontros devem acontecer fora do horário escolar. A IAM é uma opção, portanto não obrigatória no currículo. Ter bem presente, os compromissos da criança missionária.
Que os grupos sejam abertos para acolher crianças de outras escolas, bairros, centros, paróquias.
A IAM como uma ação na escola e para á Igreja, não deve ficar voltada para si mesma, mas olhar firme para a meta é O Reino. Olhar o mundo e a realidade que o cerca e assumir seu protagonismo, envolvendo a todos na Evangelização.
As características da espiritualidade sobretudo a experiência do Deus vivo, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, participação nas orações e celebrações e a vivência dos Sacramentos é a mística que alimenta e sustenta a IAM.
Ter presente o seguimento de Jesus, sua missão e metodologia encarnada, para superação do individualismo e valorização dos dons de cada criança - protagonista da missão. Foto
de Carlinhos fotografo no dia 05 de outubro ás 15:03 hs
Precisamos estar atentos para que a IAM não se feche ou se limite apenas a realizar tarefas, desligados da vida da comunidade paroquial.
Os encontros devem acontecer fora do horário escolar. A IAM é uma opção, portanto não obrigatória no currículo. Ter bem presente, os compromissos da criança missionária.
Que os grupos sejam abertos para acolher crianças de outras escolas, bairros, centros, paróquias.
A IAM como uma ação na escola e para á Igreja, não deve ficar voltada para si mesma, mas olhar firme para a meta é O Reino. Olhar o mundo e a realidade que o cerca e assumir seu protagonismo, envolvendo a todos na Evangelização.
As características da espiritualidade sobretudo a experiência do Deus vivo, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, participação nas orações e celebrações e a vivência dos Sacramentos é a mística que alimenta e sustenta a IAM.
Ter presente o seguimento de Jesus, sua missão e metodologia encarnada, para superação do individualismo e valorização dos dons de cada criança - protagonista da missão.
3 de out. de 2013
Novena de São Francisco tradição em Ibiapina
Francisco nasceu em Assis e foi criado pelos pais num luxo desmedido e na vaidade do mundo. Depois de aprender a ler e escrever começou a trabalhar no comércio. Vivia num ambiente marcado pela cobiça desenfreada dos comerciantes.
Durante quase vinte e cinco anos viveu na frivolidade, gostava de levar vantagem sobre os outros na vanglória, nas risadas, nas canções, nas roupas; cultivando certa originalidade.
Vivia na boemia jogralesa, passeando de dia e de noite pela cidade de Assis, em companhia de amigos, pródigo nos gastos e dissipando tudo que tinha e ganhava em banquetes, festas e outras superfluidades.
Um dia estando na loja, um pobre pediu-lhe uma esmola por amor de Deus. Preso a idéia de riqueza, negou-lhe a esmola, mas logo foi tocado pela graça divina, repreendeu-se por tanta rudeza, dizendo: “Se aquele pobre tivesse pedido algo em nome de algum conde ou barão, com certeza o teria atendido, quanto mais não o deveria ter feito pelo Rei dos reis e Senhor de todos!”
Daí em diante, propôs em seu coração nunca mais negar o que pedissem em nome de tão grande Senhor. Observou este propósito até a morte com uma caridade incansável e que lhe granjeou sempre mais a graça e o amor de Deus.
Deus o olhou do céu. Por causa do Seu nome, afastou para longe dele o furor e pôs-lhe um freio à boca com o Seu louvor, para que não perecesse de vez. Desde então, esteve sobre ele a mão do Senhor, sendo que a destra do Altíssimo o transformou para que, por seu intermédio, fosse concedida aos pecadores a confiança na obtenção da graça e, desse modo se tornasse um exemplo de conversão a Deus diante de todos.
Sua vida começou a se transformar quando esteve preso por um ano, durante uma guerra entre Perusa e Assis. Mesmo naquele ambiente gerado pela tristeza e desamor, Francisco se mostrava sempre alegre e cheio de paciência. Com seu jeito fez-se amigo de um prisioneiro soberbo e insuportável, mudando o ambiente hostil que havia na cela entre os prisioneiros.
Ao sair da prisão já não era mais o mesmo, tinha ainda seus planos, mas o seu coração estava cheio de compaixão e da graça divina. Fotos tiradas no dia 03 de outubro ás 21:00hs.
30 de set. de 2013
Saúde. Falta uma rampa de asseso e placa da administração anterior
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